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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Melhores álbuns de 2012: The Killers, Green Day, Regina Spektor....

Melhores álbuns do ano
Obs:  me recusei a ouvir álbuns de qualidade Pitbull, Taylor Swift (todas as músicas dela são iguais, então tanto faz), One Direction. Não que isso vá afetar o ranking de melhores álbuns de 2012.
Nossa, que comentário mais azedo, sorry guys ;)

Decidi deixar a lista sem ordem específica, é muito pra minha cabeça eleger um álbum que seja o melhor de um ano inteiro!





Os próprios membros da banda disseram que este foi o álbum mais difícil de ser feito, principalmente porque eles tinham orgulho das músicas que haviam feito no passado e queriam corresponder às expectativas. E, para nooooooooossa alegria, eles corresponderam!

Os destaques são as músicas Flesh and Bone, Runaways, Matter of Time, Miss Atomic Bomb (cuja a bateria imita o som de uma explosão) e Heart of a Girl (música que Brandon Flowers fez para sua esposa).

Resenha completa: http://kissmysass-hellyeah.blogspot.com.br/2012/12/the-killers-battle-born.html


* Capa alternativa *


Marina and the Diamonds passou de New Wave para o Pop ao fazer o álbum Electra Heart - chegou a ser um dos mais vendidos no Reino Unido com o novo trabalho. Ao contrário da maioria do pop que faz sucesso hoje em dia (David Guetta, Britney Spears, Selena Gomez), as músicas de Marina tem qualidade. O nome do álbum - Electra Heart - é referência da personagem que Marina criou para compor o álbum.

Os destaques são Primadonna (single de mais sucesso do álbum), Power and Control, Lies, Homewrecker, Living Dead e Teen Idle.



  • Making Mirrors - Gotye


Gotye (pronuncia-se "gotiê") lançou neste ano o álbum Making Mirrors, que foi gravado num celeiro da Austrália. Disse em entrevista que às vezes tinha de parar a gravação por causa do barulho dos corvos ao fundo. O esforço foi recompensado com o sucesso de Somebody That I Used to Know e uma nominação para artista revelação no People's Choice Awards. Gotye é adepto de samples, e muitos deste álbum são brasileiros.

Os destaques são Somebody That I Used to Know, Easy Way Out (o baixo foi criado por Gotye num estúdio), Eyes Wide Open e State of the Art (uma música experimental chapadona, com efeitos de alteração de voz e letra nonsense).





Depois de sete anos, o grupo voltou a ativa com Not Your Kind of People. Pra quem não conhece o Garbage, uma referência é o integrante Butch Vig, que produziu o álbum Nevermind do Nirvana. Eles misturam rock com um pouco de pop e eletrônica. 

Os destaques são Automatic Systematic Habit, Blood for Poppies (o mais pop do álbum todo), Control (onde a voz de Shirley Manson é mais poderosa), Not Your Kind of People, I Hate Love, Battle in Me (definitivamente a melhor do álbum) e Man on a Wire.



  • North - Matchbox Twenty


Matchbox Twenty (pois é, em português significa "caixa de fóforos vinte") lançou o quarto álbum de estúdio, North, em setembro deste ano. Os singles lançados são She's so Mean, Overjoyed, Put Your Hands Up e Sleeping at the Wheel.

Os destaques são She's So Mean (um pop-rock ótimo pra cantar), Put Your Hands Up (um mix de guitarras e batida semelhante ao funk maravilhoso, te ensinando a aproveitar as noites em claro), Our Song e Sugar (a melhor balada do disco).

  • What We Saw From the Cheap Seats - Regina Spektor


Regina Spektor fez, talvez, o melhor trabalho de sua carreira. WWSFTCS conta com músicas alegres, outras dramáticas, algumas baladas, trechos em francês, ora políticas ora engraçadas.

Os destaques são Small Town Moon, Oh Marcello (onde Regina faz uma sotaque latino terrível e imita barulho de metais com a boca), Don't Leave Me (Ne Me Quitte Pas), Firewood (dedicada ao fim de Toy Story), All the Rowboats e Ballad of a Politician (crítica ácida para os políticos).


  • Synthetica - Metric
A banda canadense Metric é responsável pelo álbum mais criativo do ano. O tema de Synthetica é o futurismo, as coisa sintéticas, artificiais. Pelo tema, fizeram a capa do álbum uma janela recortada numa paisagem de montanhas de ponta cabeça. As letras do encarte e do verso do álbum estão invertidas, precisando de um espelho para lê-las:
Este é um daqueles álbuns que vale mais a pena comprar o CD físico do que baixar pela internet.

Os destaques são Youth Without Youth (um belo pop rock), Breathing Underwater, Lost Kitten (com a voz infantil da Emily Haines), The Void (futurista, de ritmo eletrônico e memorável) , Synthetica (o mais rock do álbum) e Wanderlust (parceria com Lou Reed).

  • Roses - The Cranberries
The Cranberries lançou Roses depois de uma década sem nenhum álbum inédito. Com apelo pop-rock e melodias lentas, o grupo fez um retorno digno de ter o álbum na lista dos melhores do ano.

Os destaques são Tomorrow, Fire and Soul, Schizophrenic Playboys (música com um rock leve), Waiting in Walthamstow e a música-título, Roses.


  • Uno, Dos e Tré - Green Day
Como grupo mais ousado de 2012, o Green Day lançou não um, nem dois, mas três discos em quatro meses (!). O Green Day definiu Uno "como os preparativos para uma festa, Dos como a festa propriamente dita, e Tré como o pós-festa, onde você tem que limpar toda a bagunça". Uma curiosidade: se seguissem a sequência em espanhol, o terceiro disco se chamaria Tres, mas o grupo preferiu colocar o nome do baterista Tré Cool como sendo o título do fim da trilogia.

Os destaques de são Let Yourself Go (do álbum Uno - repleto de energia punk), Kill the DJ (Uno - inspirado no The Clash), Troublemaker (Uno), Oh Love (Uno), Wild One (Dos), Nightlife (Dos - dueto bêbado de Billie Joe com Lady Cobra), Amy (Dos - uma homenagem à Amy Adega, conhecida mundialmente como Amy Winehouse), Brutal Love (Tré), X-Kid (Tré) e The Forgotten (Tré).



 Créditos das maravilhosas capas dos discos traduzidas literalmente para o português:
Literal
Yours Truly

sábado, 5 de janeiro de 2013

Retrospectiva 2012 - Lollapalooza, One Direction....

Esse ano, como sempre, foi cheio de porcarias musicais, algumas antigas e a maioria inéditas, mas também houveram os bons momentos - aqui vai a lista com os dez principais:

10. Rap Nacional
Vários artistas brasileiros surgiram neste ano cantando rap (convenhamos que é bem mais decente do que funk). Para ver o tamanho da importância que esse gênero vem ganhando, um exemplo: a análise de uma música do Criolo já  foi cobrada na prova da ETEC (!).
Houveram prêmios no VMB e etc, e um dos raps da minha playlist de 2012 foi "Sem a Planta", da Cone Crew Diretoria:
Sem "apologia a maconha"(como diria minha professora do sutiã de ferro), você não precisa fumar a Cannabis pra curtir um som!

09. Eletrônica com vozeirões
"I am TITAAAAAAAAAAA-NIIIIIIIIIIIIIII-UUUUUUM!"
Quem não ouviu essa joça esse ano? 
Além de Titanium, David Guetta e Sia repetem a parceria em She Wolf
David Guetta, principalmente, resolveu investir em cantoras de verdade pra cantar suas músicas eletrônicas; ao menos essas músicas tem uma letra que faz sentido, não só "put your hands up!", "this club can't even handle me!", "who's that chick????" de sempre. 

Sia cantou também com Flo Rida, e Calvin Harris (de Feel So Close) também fez o mesmo com a música Sweet Nothing com a diva Florence Welch (do Florence and the Machine, dã):



08. Artistas se rendendo à música eletrônica
David Guetta, o responsável por introduzir a batida eletrônica na música pop.

Acontece todo ano, eu sei, mas poxa vida, até VersaEmerge??
VersaEmerge era uma banda de rock alternativo (ok, a quem estamos enganando, era uma banda emo) antes de apelar para a eletrônica -  será que num futuro próximo ouviremos Slipknot na rádio Disney gritando "put your hands up!"??
A lista de quem se converteu à música eletrônica:
The Ting Tings tinham o álbum novo inteiro pronto, mas ouviram o resultado final e acharam um lixo, porque "era muito parecido com as músicas do Guetta". Refizeram o álbum, mas Sounds from Nowheresville continuou um lixo.
Pelo jeito, David Guetta dominou o mundo.
"Como uma deusaaaaaa......"

07. Performances ao vivo #FAIL
Que a Ke$ha cantava mal ao vivo a gente já sabia (lembram-se dela no Rock in Rio?), mas ir ao X-Factor e dublar a música toda pra fazer bem ao vivo foi ridículo!
E nem dublar ela consegue!

Outra muito comentada foi Lana del Rey se apresentando ao vivo no Saturday Night Live - em entrevista à Rolling Stone, ela disse que não se sente a vontade no palco e não consegue disfarçar isso

Tivemos também Rihanna com a turnê 777 - ela convidou fãs e jornalistas para viajarem no avião onde ela iria se deslocar para os 7 países da turnê.
Seria uma ótima experiência se ela não tivesse se recusado a falar com os jornalistas e ficar reclusa no avião.   Ao vivo, ela ainda gritou palavrões e xingou a equipe técnica porque a música estava fora e sincronia, (tipo 2 segundos atrasada). 

Fail também foi o lançamento do clipe da Britney e Will.I.Am ao vivo no X-Factor. 
Pela cara que ela fez, podíamos esperar uma música terrível:
E, realmente, ela não faz nada além de dançar, fazer carão e cantar 4 frases com a voz tratada eletrônicamente a música toda:
"It's Britney Bitch"

06. Música brega
Okay, já tivemos muitos artistas da música brega, mas não tantos ao mesmo tempo como neste ano:
Xirley - de Gaby Amarantos
Gaby Amarantos, ex-Beyoncé do Pará, teve a música Ex Mai Love na abertura da novela das sete da Globo, prêmios no VMA (álbum com a melhor capa):
Lasers saindo dos peitos e pantera de coleira brilhante. Ok....

Minha alegria máxima do ano: Banda Uó com a música Faz Uó!
Eternamente grata à linda Ana Carolina por me mostrar essa música!
P.S.: se for ouvir com gente por perto, use fones.
"Hoje eu acordei danado com fogo no rabo, eu quero me acabar, me acabar!"

Como o Rock in Rio faria uma pausa em 2012 e o SWU foi agendado não pro fim de 2012, mas sim pro primeiro semestre de 2013, o Lollapalooza foi o festival do ano.
O festival com duração de dois dias trouxe nomes do rock como Foo Fighters, Joan Jett, Jane's Addiction e Arctic Monkeys no palco principal, além de ter uma tenda destinada somente à música eletrônica, com Peaches e Calvin Harris no line-up. 
Jane's Addiction: Ocean Size
Conheci a banda Jane's Addiction (cujo o vocalista é o criador do Lollapalooza) vendo Ocean Size no show ao vivo através da internet. Eles são incríveis ao vivo, melhor do que ouvir as músicas na versão dos álbuns  é vê-los no palco! Todas as bandas deveriam ser assim.

Foster The People também marcou presença encerrando o show com uma versão prolongada de Pumped Up Kicks.

As vantagens do Lolla foram a facilidade de acesso (Jockey Club), o preço do ingresso (300 reais por dia, cada dia com mais de 15 atrações), a qualidade das atrações (Foo Fighters, vencedora de Grammys, Joan Jett, uma das primeiras mulheres a fazer rock na história) e os diversos palcos direcionados a cada gênero de música, o que evitava confusões como as do Rock in Rio (Ke$ha e Stevie Wonder no mesmo dia????).

04. Artistas indie e soul no contexto pop
Conseguiram entrar no mercado principal da música, o pop, artistas desconhecidos como Gotye, Lana del Rey, Fun. e Ed Sheeran. 
O australiano Gotye (pronuncia-se "gotiê") emplacou Somebody that I Used to Know nas mais pedidas das rádios brasileiras.

"Blue Jeans"
Lana del Rey começou a fazer sucesso na internet e logo foi para as rádios e shows ao vivo.

Fun. com sua parceria com Janelle Monáe em We Are Young marcaram 2012.

Ed Sheeran, com sua Lego House e semelhança com Ron Weasley (de Harry Potter) foi outra figura a fazer sucesso.

03. Carreiras solo
Em dezembro de 2011, a banda emo Hey Monday acabou. Jack e Meg White decidiram por fim à White Stripes. Adriano Cintra se desligou da CSS, e Marina Vello saiu do Bonde do Rolê. 
"Torn"
Cassadee Pope, ex-Hey Monday, fez uma turnê solo nos EUA em janeiro. No segundo semestre, venceu a terceira edição do The Voice!

"Love Interruption"
Jack White, ex-White Stripes, lançou o aclamado álbum solo Blunderbluss e participou do Lollapalooza nos EUA como artista solo.

"Till Things Fall Apart"
Adriano Cintra, ex-CSS, e Marina Vello, ex-Bonde do Rolê, se juntaram para formar o duo Madrid. Gravaram diversas músicas inéditas e foram chamados para participar do Planeta Terra Festival.

02. Quebra de barreiras na música internacional
Tudo começou quando a banda coreana Big Bang ganhou um prêmio de melhor artista internacional. 
Depois, Michel Teló espalhou Ai Se Eu Te Pego como uma epidemia na Europa e na Ásia. E por fim, Psy dominou o mundo com Gangnam Style:
Músicas em português e coreano começaram a ser cantadas pelo planeta, mesmo que com quinhentos erros de pronúncia. O inglês agora não é mais condição pra música ser bem sucedida.
Michel Teló é o brasileiro com o video no Youtube mais assistido mundialmente, o número de visualizações do vídeo de Gangnam Style tem 10 dígitos, por exemplo. Logo, estaremos todos cantando em árabe uma música composta pelo meu professor de matemática, o Jamal.

01. Artistas de reality shows
Surprise! O ano realmente foi cheio do povo saído de realities:
One Direction
A boy band foi formada em 2010 durante o X-Factor do Reino Unido. Acabaram a competição em terceiro lugar, mas em alguns anos já tinham vários prêmios, alguns milhões de euros e uma legião de fãs  histéricas psicopatas fanáticas e aspirantes à assassino de John Lennon apaixonadas que chegaram até a perseguir e ameaçar as namoradas dos caras. 

Carly Rae Jepsen
Ela ficou em terceiro lugar na versão canadense do American Idol em 2007; Com a música Call Me Maybe, ganhou notoriedade mundial, e vem tentando repetir o sucesso com This Kiss.

Cher Lloyd
Ela participou do X-Factor de 2010 (o mesmo do One Direction) e acabou em quarto lugar. Lançou alguns singles, como Oath, With Ur Love (parceria com Mike Posner) e Want U Back (aquela do "Do I sound like a helicopter? Brrrrrrrrrrrrrw!).

Rebecca Ferguson
Ela ficou em segundo lugar no X-Factor de 2010, vencendo Cher Lloyd e One Direction. 
Lançou 4 singles em 2012 do álbum Heaven e começou a escrever músicas para o segundo álbum. 
E o vencedor desse X-Factor de 2010 (Matt Cardle) ninguém sabe o que fez da vida!

Yours Truly

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

The X-Factor: Final ao vivo amanhã

Hey there!
Mais uma review sobre um show de talentos, sorry!

The X-Factor deste ano conta, além de Simon Cowell e L.A. Reid, com Britney Spears e Demi Lovato:
E isso é uma coisa meio controversa, porque a Britney, bem....
...só faz carão, não é lá uma artista de verdade, com todo playback no palco e músicas compradas; como diabos ela deveria ser mentora e ensinar um participante a ser um artista se nem ela é?
Anyway, acredito que é uma das meninas do Team Britney que vai ganhar o X Factor.

E também temos Demi Lovato, de apenas 20 anos, que mais muda o cabelo do que faz comentários construtivos - toda semana, chega a hora dela comentar a performance, e sempre saí: "vocês são muito fofos!"; "Como você é fofa!"; "Isso foi muito fofo!"
*Implante de pelos nas sobrancelhas*
"Eu nasci assim, Gaaaaaaaaaaaaaaaaaaabriééééla"


Ela deixou as sobrancelhas um pouco mais finas...

Voltando pra franjinha de Camp Rock....

Tem um clima bem sarcástico entre Demi e Simon, com ela interrompendo Simon a todo momento, e ele jogando na cara da Demi que todo o Team Demi foi eliminado e ele ainda tem dois concorrentes no Team Simon. 
Assim, Demi fazia críticas negativas para um dos grupos de Simon ("vocês parecem uma versão piorada dos Jonas Brothers há 5 anos atrás!") e poupava o outro grupo do Team Simon porque elas cantaram Give Your Heart a Break e Skyscrapper. Simon então retalhava na última participante do Team Demi ("não gostei da sua performance, acho que o melhor conselho pra você é fazer as malas") e na própria ("você é incrivelmente estúpida!")

*EPIC*
O melhor exemplo é esse: o participante acusa Demi de usar Auto-Tune (um programa de computador para melhorar a voz) e Simon se acaba de rir, quase cuspindo a Pepsi.

Enfim, voltemos para os participantes:
Se você estiver acompanhando pelo Sony aqui no Brasil, ainda tem 4 concorrentes e três vagas - o resultado sai hoje ás 22hrs.

A primeira é Carly Rose Sonenclar, de 13 anos, do Team Britney:
Carly Rose consegue cantar as músicas numa versão original e própria, a exemplo a versão dela de Rolling In the Deep (Adele), que já se tornou uma música muito batida, já que todo mundo que vai num show de talentos a canta:
*Melhor que a Adele*
Primeira audição no X Factor


As Long As You Love Me acústico;
Voltando àquele comentário clássico que a voz do Justin Bieber é muito feminina, mas é verdade!!!!
As músicas dele ficam perfeitas na voz da Carly e da Marina and The Diamonds

Outro concorrente é Tate Stevens, cantor de country que já cantou Bon Jovi no X Factor:
Living On a Prayer acústico
Somebody Like You

Temos também o projeto de One Direction, a boy band Emblem 3 - que faz umas dancinhas ali e aqui, tem carisma e só - e só continuam na competição por causa das fãs adolescentes fanáticas que votam pra eles ficarem no programa 25 horas por dia.
Hey Jude, dos Beatles - o melhor momento deles até agora.

Fifth Harmony é o outro grupo do Simon, dessa vez composto só por meninas (Spice Girls sem a breguice das roupas?)
Anything Could Happen, na performance mais girlie do ano

Simon: "E como vocês sabem, os americanos votaram e escolheram a música que elas vão cantar nessa semana, e irritantemente, vocês escolheram uma música da Demi Lovato!"


Audição de Dinah Jane, antes de entrar pro Fifth Harmony;

E fora esses competidores, vale citar os eliminados, como o brasileiro David Correy, que foi adotado por uma família americana. Ele morava no Recife com a mãe de 14 anos quando foi adotado, ainda bebê.

Jason Brock, o moço à là Elton John, cujo o sonho era fazer um show com uma explosão de glitter. 

E Diamond White, de 13 anos. Na semana onde o público escolhia a música que o participante cantaria e também os detalhes do show, o público colocou Diamond dentro de uma estrutura de diamante cantando Diamonds e com uma explosão de confete prata pra imitar diamantes. Imprevisível.
*Diamond num diamante cantando Diamonds*

Não percam a final ao vivo amanhã no canal Sony, ás 22hrs!
Yours Truly





The Voice Brasil

Alguém aí assistiu o The Voice Brasil?
Bom, o programa na versão brasileira foi o melhor show de talentos até agora!

Sem calouros (e sem risadas, como consequência), sem jurados semi-mortos e sem apelações do gênero Ídolos Kids, o programa inovou a batida fórmula de avaliar 20000000 competidores amadores ao fazer os jurados passarem os participantes para a próxima fase ao ouvir apenas a voz.

Não apareceram pessoas do tipo Mc Judson:

Os jurados foram Daniel, Claudia Leitte, Carlinhos Brown e Lulu Santos - e cada um teve um momento marcante, exceto por Daniel, semi-morto todo domingo e  cujo o time de participantes era o mais fraco.
Bom, Claudia Leitte resolveu cantar com Ivete Sangalo para acabar com qualquer suspeita de que elas eram inimigas do axé, ou alguma bizarrice do tipo - e, óbvio, para aumentar a audiência do programa.

Carlinhos Brown, por onde começo??
Cada domingo era um look mais "belo" que o outro, e ele acabava com a paciência do público com discursos quilométricos totalmente dispensáveis.


*Sandálias de plástico*

E foi justamente uma das participantes do time de Carlinhos Brown que venceu o The Voice: Ellen Oléria
Além dela, havia mais alguns participantes que se destacaram: Ludmillah cantando no duelo, com direito a bate cabelo e etc...
Elas deixaram a música do Caetano Veloso parecer uma da Gaby Amarantos....

E no time da Claudia Leitte, um belo dueto/duelo com a música do Ne-Yo, Closer:

E a única coisa que poderia ser substituída na próxima edição talvez fosse o Daniel por um Adam Levine, e um Billie Joe Armstrong como assistente ao invés de Ed Motta, como acontece na versão americana.
Bem, oremos!

Yours Truly

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Marina and The Diamonds: Electra Heart

Hey there!
Final de ano e já da pra montar o ranking de melhores álbuns do ano sem problemas!
Ainda fazendo a classificação, mas um álbum que sem dúvida é um dos melhores de 2012  é Electra Heart, da Marina and The Diamonds;

Electra Heart
Artista: Marina and the Diamonds
Gênero: Pop, eletropop.
Encarte do CD: com letras e fotos (amém!)

O objetivo do álbum era sair da pessoa Marina Diamandis e fazer a personagem Electra Heart - que tem uma vida amorosa super fracassada e que desiste do amor, ficando só com a futilidade. Outro lado de Electra Heart é o de sentir que desperdiçou a vida e ficar deprimida.
                        Marina Diamandis - 2010                                 Electra Heart - 2012

Cada música é uma história diferente e que se conecta com as outras, deixando o álbum consistente. 
As mais pop e com cara de futuro hit foram escritas e produzidas com Dr. Luke (que trabalhou com a Avril Lavigne, Katy Perry, Kesha, The Veronicas e 3OH!3)
Para ouvir as músicas, é só clicar em cima do nome de cada uma;

Marina disse escreveu essa música em 10 minutos; sugere nada menos que uma letra bem inspirada!


 Primadonna é o single líder desse álbum, o que levou Marina a fazer sucesso (no more hipster, snif snif); 
O sotaque britânico dela faz minha felicidade nessa música, e rende pérolas do tipo:
"I really don't know why it's such a big Dildo"
(I really don't know why it's such a big deal, though)

"I wanna be a door!"
(I wanna be adored)

Divirta-se com um mash-up tragicômico de Primadonna e Call Me Maybe!

03. Lies
Versão acústica
A versão do CD perde pra versão acústica de Lies - a letra e a voz da Marina Diamandis combinam melhor com uma melodia SEM BATIDA ELETRÔNICA. 

Versão acústica
Mais uma vez, a melhor versão é a acústica;  é uma pena o artista só fazer sucesso se fizer música eletrônica e com letras do tipo "Hey, let's have sex, put your hands up, you make me feel so na na na na na!" - pelo menos Marina ainda tem letras decentes.

Letra sincera e agressiva, que consegue usar a palavra  fucking sem parecer poser igual a Avril Lavigne.

Música sobre uma garota iludida, insatisfeita com a vida, que prefere dormir e sonhar do que viver.... parece com as directioners e as beliebers, não?

É uma boa música pop, mistura eletrônico e refrão repetitivo sem tornar a música cansativa.
Ou, no mínimo, é uma possível trilha sonora pra 50 Tons de Cinza! 


Não, não é uma música sobre The Walking Dead, apesar do nome sugestivo; também trata de uma garota igual a de State of Dreaming, só que mais..... morta!
Adorei a música na primeira vez que ouvi! Sim, é completamente eletropop, cheia de repetições do refrão de 4 linhas, mas é uma música agradável:
"I'm living dead, dead, dead, dead;
Only alive-live-live-live
When I pretend-tend-tend-tend
That I have died, died, died, died, died, died."

Teen Idle é a história de uma garota semi-morta que queria ter aproveitado melhor a sua época de juventude - dizendo que queria não tê-la desperdiçado queimando bíblias aos 16 anos e se sentindo super suicida.

"Idol"só está escrito com a grafia "Idle" porque Marina foi num desfile de moda que levava a palavra "Idle", achou criativo e usou no nome da música.

Música inspirada no filme Valley of the Dolls de 1966 - que conta a história de três garotas que sonham com uma carreira bem sucedida como atrizes e modelos; com o fracasso nessa meta, elas se tornam viciadas em anti-depressivos, e no final, uma das três morre de overdose, outra continua viciada, e a última volta pra cidade do interior de onde veio.

Resume muitas pessoas que nós todos conhecemos e que fazem questão de se meter na vida de todos falando merda...
"Tão hipócrita, e tão cínica
Cansei de todo seu falatório
Quem é você pra me dizer quem eu devo ser?"

É a primeira parte da sequência que Marina montou para contar a vida de Electra Heart:
 
Fear and Loathing

Deluxe:
A versão deluxe de Electra Heart (que infelizmente eu não tenho) conta com Radioactive, música pré-Electra Heart Oxigenada,  onde Marina usa uma peruca na falta de um Koleston de tom loiro. Radioactive é na verdade uma tentativa bem fracassada de música eletrônica, assim como a loirice de Marina:
*Peruca fio de náilon realista*
Ok, mais um título sugestivo, mas é uma das letras mais inteligentes que Marina já escreveu.
Let me explain: a letra é meio política, sobre a supervalorização do sexo na sociedade, que tem realmente ultrapassado os limites, com versos recheados de sarcasmo.
Um trecho da letra de Sex Yeah:
"Se as mulheres fossem
Religiosamente reconhecidas sexualmente
Não teríamos de satisfazer a necessidade de mostrar a bunda
Para nos sentirmos livres"
Aaaaaaaaaah, isso é a cara do Brasil!!!

OMG, um clube pra Forever Alones inspirado nos Beatles, obrigada Marina!!!

Buy The Stars encerra o álbum com a mensagem de que tudo pode ser comprado... acho que a Jessie J já fez uma música sobre isso...

How to be a Heartbreaker
 
Não entrou no disco, mas faz parte ainda da história de Electra Heart;
Na música, ela ensina as regras para partir corações:

o vídeo no Youtube, com mais de 3 milhões de exibições (se eu não faltei na aula de matemática), está cheio de comentários do gênero "se eu seguir as regras, posso ter esses caras no meu chuveiro?????"


Enfim, eu amo Electra Heart inteiro.
At least I think I do!